Quando comecei a resgatar a história do Grêmio e seus craques, um dos posts mais esperados por mim era do Airton Pavilhão.
Guardei o texto aqui, esperando que ele fosse escolhido para a seleção de todos os tempos na opinião da torcida. Estava animado, pois estava chegando a hora de falar sobre o maior zagueiro da história do tricolor.
Por isso, não contava com a triste notícia do falecimento do nosso ídolo.
Airton Ferreira da Silva, o Aírton Pavilhão, nasceu em 31 de outubro de 1934, e hoje, 78 anos depois, podemos dizer com certeza que foi um dos maiores jogadores de todos os tempos do Grêmio e um dos melhores zagueiros da história do futebol brasileiro.
Airton começou sua carreira no Força e Luz, mas foi vendido ao Grêmio por 50 mil cruzeiros mais o antigo pavilhão do Estádio da Baixada. Assim surgiu o apelido "Pavilhão".
Zagueirão que jogava com classe, de cabeça erguida e que nunca fazia jogadas desleais. Tinha tanta técnica que foi o único jogador a aplicar um chapéu em Pelé, em um confronto entre Grêmio x Santos no Estádio Olímpico.
Um exemplo dentro e fora de campo, era conhecido também por sua jogada característica, o "passe de letra". Aírton carregava a bola até bandeirinha de escanteio, levando consigo a marcação adversária. Chegando lá, colocava a bola no lado de fora do pé esquerdo e com o pé direito dava um passe certeiro, para um companheiro de equipe. A torcida ia a loucura.
Sobre essa jogada, surgiu inclusive uma lenda, que Airton teria feito o passe em um treino na seleção brasileira, e isso teria custado sua convocação para a Copa de 62.
Suas belas atuações o levaram para o Santos, mas sem muitas oportunidades voltou ao Grêmio.
Aqui foi um multi-campeão. De 13 Gauchões disputados, venceu 12. E ao todo, na sua carreira, marcou 120 gols.
Uma lenda, que com certeza nunca será esquecida pelos gremistas.
"Tudo o que eu tenho devo ao Grêmio" disse uma vez.
Mas prefiro pensar assim: "Tudo o que temos, devemos a você."
Obrigado Airton Pavilhão. Mais um IMORTAL.
Airton Pavilhão (1931-2012)
Curiosidade via @lucasvon: Airton Pavilhão, chegou no Grêmio em 54, 1º ano do Olímpico. Se foi no último ano do Monumental.
Guardei o texto aqui, esperando que ele fosse escolhido para a seleção de todos os tempos na opinião da torcida. Estava animado, pois estava chegando a hora de falar sobre o maior zagueiro da história do tricolor.
Por isso, não contava com a triste notícia do falecimento do nosso ídolo.
Airton Ferreira da Silva, o Aírton Pavilhão, nasceu em 31 de outubro de 1934, e hoje, 78 anos depois, podemos dizer com certeza que foi um dos maiores jogadores de todos os tempos do Grêmio e um dos melhores zagueiros da história do futebol brasileiro.
Airton começou sua carreira no Força e Luz, mas foi vendido ao Grêmio por 50 mil cruzeiros mais o antigo pavilhão do Estádio da Baixada. Assim surgiu o apelido "Pavilhão".
Zagueirão que jogava com classe, de cabeça erguida e que nunca fazia jogadas desleais. Tinha tanta técnica que foi o único jogador a aplicar um chapéu em Pelé, em um confronto entre Grêmio x Santos no Estádio Olímpico.
Um exemplo dentro e fora de campo, era conhecido também por sua jogada característica, o "passe de letra". Aírton carregava a bola até bandeirinha de escanteio, levando consigo a marcação adversária. Chegando lá, colocava a bola no lado de fora do pé esquerdo e com o pé direito dava um passe certeiro, para um companheiro de equipe. A torcida ia a loucura.
Sobre essa jogada, surgiu inclusive uma lenda, que Airton teria feito o passe em um treino na seleção brasileira, e isso teria custado sua convocação para a Copa de 62.
Suas belas atuações o levaram para o Santos, mas sem muitas oportunidades voltou ao Grêmio.
Aqui foi um multi-campeão. De 13 Gauchões disputados, venceu 12. E ao todo, na sua carreira, marcou 120 gols.
Uma lenda, que com certeza nunca será esquecida pelos gremistas.
"Tudo o que eu tenho devo ao Grêmio" disse uma vez.
Mas prefiro pensar assim: "Tudo o que temos, devemos a você."
Obrigado Airton Pavilhão. Mais um IMORTAL.
Airton Pavilhão (1931-2012)
Curiosidade via @lucasvon: Airton Pavilhão, chegou no Grêmio em 54, 1º ano do Olímpico. Se foi no último ano do Monumental.

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