Festa e muita emoção. Foi assim o lançamento do uniforme do Grêmio para a temporada 2012 (e provavelmente o último lançamento de uniforme no Estádio Olímpico).
A promessa de camisas que resgatem a história do tricolor foi cumprida, e o mistério e ansiedade da torcida foram finalmente eliminados quando os novos modelos apareceram.
O uniforme n°2 não surpreendeu, pois é muito parecido com o modelo de 2005. Mesmo assim agradou pela beleza e simplicidade. Outra característica interessante, é a lembrança do uniforme ao super-time que ganhou 12 Campeonatos Gaúchos e foi Campeão Sul-Brasileiro em 1962.
Já o uniforme n°1, inspirada no modelo de 1954 (inauguração do Olímpico), mais uma vez cumpriu o script e caiu nas graças da maioria da torcida. Camisa tricolor, sem invencionismos, respeitando as cores e o modelo tricolor já consagrado. A gola, e as referências ao Olímpico dão um toque especial e reforçam nosso passado e o ano de despedida da nossa casa. O único ponto de discussão ficou por conta do "Banrisul" em preto. Muita gente gostou, muita gente não gostou, e há quem prefira sem nada.
Em tempos de especulações sobre a Adidas, temos que lembrar que a Topper, apesar de não ter a grife da concorrente, sempre acertou nas camisas, respeitando a grandeza e a história do tricolor. Além disso, a parceria Grêmio/Topper rendeu belos eventos, como pudemos observar ontem.
Mario Fernandes, Miralles, Monique Amin, Jonas, Humberto Gessinger, Anchieta, Baideck, Gilberto Silva, entre outros, ajudaram a criar uma noite muito mais especial e fantástica, onde uma simples apresentação de uniforme pode ser transformada em algo emocionante e arrepiante.
O que é melhor? Não ser apenas mais um clube para a fornecedora de material e ter sua história respeitada ou o dinheiro da Adidas? Não sabemos ainda. Mas o importante é que independente da marca e do uniforme, quem vista essa camisa saiba honrá-la, jogando com raça e coração, trazendo os títulos que nossa bela torcida merece.

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